|
|
O microblog informou na última quinta-feira (26/01) que criou o recurso para se adequar às leis de cada região.
O Twitter anunciou ontem (26/1) que poderá remover mensagens dos perfis dos usuários em um país e mantê-las visíveis em outros. O popular microblog realizou a mudança como uma forma de se adequar às leis de alguns países.
A ferramenta tem sido usada para disseminar e organizar movimentos de oposição a governos em diversas regiões em todo o mundo nos últimos anos.
Os governos chinês e egípcios chegaram a bloquear o Twitter no auge dos protestos que derrubaram o presidente do Egito, Hosni Mubarak, em janeiro passado.
Apesar de afirmar que deseja ajudar os manifestantes no Oriente Médio e em outras regiões a se organizarem e espalhar mensagens de protesto, o serviço incorporou o novo recurso, que se adapta às leis locais.
Se o Twitter remover um texto, os internautas do país em questão visualizarão uma mensagem dizendo que o conteúdo de um usuário identificado foi retido, mas a mensagem poderá ser vista em outras partes do planeta. A companhia também fechou uma parceria com a Chilling Effects, para rastrear conteúdos consideradors contrangedores online.
“Como continuamos a crescer internacionalmente, vamos entrar em países que têm ideias difentes sobre os contornos de liberdade de expressão”, afirma o blog do Twitter.
“Alguns casos mostram ideias tão diferentes das nossas que não poderemos existir por lá. Em outros, a situação é parecida, mas por razões históricas ou culturais, certos tipos de conteúdo são restritos, como na França ou na Alemanha, que banem conteúdos pró-nazistas”.
A empresa disse que ainda não usou o novo recurso.
“Tentamos manter o conteúdo até quando e onde podemos, e vamos ser transparentes com os usuários quando não podemos”, afirma a empresa.
(Stephen Lawson)
Se não deu origem, certamente a explosão das capacidades de transmissão e de armazenagem de dados fez com que a computação em nuvem passasse a ser considerada por muitas organizações de TI nas empresas.
Em 2010, a receita do mercado mundial dos serviços de cloud computing totalizou US$ 68,3 bilhões. Na Europa, esse mercado subiu 20% e pode representar, em 2015, aproximadamente 15% do mercado europeu de softwares e serviços. Em 2010, o mercado francês, estimado em €1,85 bilhão, dos quais €672 milhões foram gerados por empresas de pequeno e médio porte, continua a crescer com força. Estima-se que em 2011 ele tenha ultrapassado os €2 bilhões e que vá representar, até 2012, 6% do mercado francês de software e serviços, segundo números da consultoria Nexima.
Ao lado de players internacionais como Microsoft, Google, HP, AT&T e IBM, a França reúne inúmeras empresas: ATOS, Cap Gemini, Steria, Orange e SFR. A ATOS acaba de criar a Yunano, uma joint-venture com a empresa chinesa Ufida, para comercializar software de gestão e serviços associados baseados em cloud computing. A editora de software francesa, Systancia, situada nas regiões da Alsácia e Ile-de-France, é líder de mercado em desktops e aplicativos virtuais na Europa.
Na França, as novas empresas se beneficiam de um ambiente muito favorável ao seu desenvolvimento: a legislação francesa oferece uma boa proteção aos dados e processamento de dados; em particular, com uma regulamentação sobre criptografia (Lei 2004-575 de 21/06/2004 e Decreto 2007-663 de 2/05/2007) que se refere à sensibilidade dos dados armazenados em centros de computação em nuvem.
Novas empresas incluem a empresa americana Joyent, implantada, desde 2010, na Ile-de-France e que fornece infraestrutura como serviço (IaaS) a LinkedIn, Disney, CNN, Facebook, Yahoo, ou ainda à Vente-privee.com e plataformas PaaS de fonte aberta a editores, empresas de hospedagem ou SSII especializadas, como Dell e First Service. Essa start-up, pioneira em cloud computing, concorre agora com grupos como Amazon EC2 ou Microsoft Azur. Em 2010, a Dell assinou um acordo OEM (“Original Equipment Manufacturer”) com a Joyent para utilizar suas “Smart Technologies” com o objetivo de propor produtos completos em cloud em seus servidores.
A França tem oito pólos de inovação envolvidos em cloud: Cap Digital e System@tic (Ile de France), Elopsys (Limousin), Images et réseaux (Bretanha et Pays de la Loire), Imaginove et Minalogic (Rhône-Alpes), Solutions Communicantes Sécurisées (PACA) e TES (Basse-Normandie).
Em 2011, o governo francês lançou, no âmbito do Programa Nacional de Investimentos, um primeiro convite para apresentação de projetos dedicados a P&D em cloud computing. Cinco projetos receberão um auxílio público (€19 milhões): plataforma de engenharia de software (projeto CloudForce da Orange Labs), ferramentas de portabilidade de aplicativos (projeto CloudPort da PME Prologue), o projeto de infraestrutura de software de alta performance (projeto Magellan da Bull), o projeto de nuvem comunitária (projet Nu@ge, da PME Non Stop Systems) e o projeto de nuvem para estabelecimentos de ensino superior (projeto UnivCloud da INEO). A Associação Francesa dos Editores de Softwares (Association Française des Editeurs de Logiciels – AFDEL) criou um website (www.investirdanslenumerique.fr) para simplificar o procedimento dos responsáveis pelos projetos.
De acordo com David Appia, presidente da Agência Francesa para Investimentos Internacionais (AFII), “a França oferece um ambiente muito favorável às empresas de alta tecnologia e inovadoras, em particular no setor de ‘cloud computing’, em que os principais líderes atuam. O Programa Nacional de Investimento do governo francês está impulsionando a dinâmica de rede de parceiros criada pelos pólos de inovação através do financiamento de projetos envolvendo os criadores de sistemas de informação, operadoras de telecomunicação, editores de softwares ou integradores de tecnologias, laboratórios de pesquisa e PMEs inovadoras”.
A AFII é a agência nacional encarregada da prospecção e recebimento dos investimentos internacionais. A AFII é o órgão de referência em atratividade e imagem econômicas da França, conta com uma rede internacional e trabalha em parceria estreita com agências regionais de desenvolvimento econômico para oferecer um serviço personalizado aos investidores estrangeiros. Mais informações sobre investimentos internacionais podem ser obtidas em www.investinfrance.fr/pt.
FONTE: Convergência Digital – Hotsite Cloud Computing
Muitas das previsões para esse mercado em 2011 não aconteceram. Entre as quais estavam o aumento dos contratos de nuvem e maior desempenho do Brasil nas exportações.
Sempre nesta época, analistas de mercado são rápidos nas projeções para determinados setores. Mas o que aconteceu com as previsões feitas no ano passado? Das 11 tendências traçadas para o segmento de outsourcing TI verifica-se que não se concretizaram nem a metade. Claro, que este é o jogo da terceirização, onde as expectativas sobre o nível de serviço representam cerca de 99,99%. Algumas dessas previsões foram um fracasso: o Egito se tornará o centro do mundo? Haverá uma mega fusão entre uma empresa de grande porte na Índia e um fornecedor dos EUA? Houve falhas nas previsões feitas por especialistas.
Veja a seguir algumas das previsões que foram acertadas e as que falharam:
Revisão dos contratos
Lideres de TI prometiam revisar contratos existentes para reduzir. Embora isso seja óbvio e, na verdade, sempre ocorreu. Com as pressões para cortes de orçamentos dos CEOS e diretores financeiros para fazer mais com menos, muitos CIOS estão sempre renegociando contratos de médio prazo para cortar despesas. Mas 2011 pode ter sido o ano em que esse esforço foi bem sucedido e gerou retornos decrescentes. Algumas companhias fizeram ajustes, optando pelo full outsourcing para ficar com um único fornecedor ou terceirizaram mais atividades. Essas mudanças geram poupanças adicionais.
Serviços na nuvem
Os prestadores de serviços de TI ainda estão tateando na nuvem. Segundo alguns especialistas, povedores de outsourcing estavam com novas ofertas de cloud, embora na realidade muitas não eram novas. Mas isso pode ter jogado a favor deles, pelo menos por enquanto por causa das notícias na mídia sobre ataques de determinadas redes na nuvem que levou à exposição de dados do usuário.
A proteção de dados é a principal preocupação das empresas na hora de contratar serviços na nuvem. Fornecedores de outsourcing reconhecem as ameaças de segurança desse modelo, principalmente quando se trata de rede pública. A infraestrutura compartilhada traz mais riscos que os ambientes privados.
Queda de preços
Os prestadores de serviços mantiveram seus preços. Em 2011, houve queda de preços de alguns serviços. Mas em muitos casos, a redução foi concedida durante processos de negociação para prorrogação dos acordos. Isso em razão de muitos fornecedores não estarem dispostos a comprar empresas ou entrar em negócios que não estejam saudáveis.
Fornecedores de serviços de TI disputam os custos da mão de obra, demissões e terceirização. Todas as grandes operadoras dos EUA continuou a terceirizar suas operações ao redor do mundo. E enquanto fornecedores da Índia têm fortemente negociado suas estratégias de aquisições no mercado norte-americano. Eles também têm feito a maioria de seus investimentos em força de trabalho no exterior.
Fusões
Os analistas previam uma fusão entre um contratante e fornecedor dos EUA com uma prestadora de serviços indiana. Nos últimos anos, muitos observadores de outsourcing de TI vêm sinalizando um e outro casamento entre companhias desses dois países. Mas a verdade é que isso ainda não aconteceu.
As habilidades dos provedores de outsourcing indianos têm sido construída em torno de multinacionais e não há razão para pagar o alto custo de aquisição de qualquer uma dessas empresas. Pode haver uma fusão de fornecedores indianos no futuro para aumentar a competição com as multinacionais maiores. Mas mesmo este cenário é incerto porque muitos provedores indianos ainda são controlados por estruturas familiares. Elas carregam diferenças culturais profundamente enraizadas.
A China, Brasil e Egito serão o centro do universo. Egito fez muitas manchetes este ano, mas não por terceirização. China está crescendo, mas principalmente como um fornecedor de TI nacionail e regional com serviços de Business Process Outsourcing (BPO).
Os chineses ainda não descobriram como oferecer serviços de valor agregado, além de suas fronteiras. Da mesma forma, o Brasil tem um mercado interno forte em serviços de TI, mas ainda sem sucesso na exportação de serviços, em parte por causa das políticas comerciais restritivas do País.
Acertos aproximados
Os analista sinalizaram de que haveria uma redução dos constratos de outsourcing em 2011, o que de fato ocorreu. No terceiro trimestre, houve um declínio substancial no mercado de serviços de TI, com volumes de transação mais baixos tanto em terceirização quanto em BPO. Embora haja incerteza sobre economia na Europa e Estados Unidos, não é previsível estimar como será o comportamento desse setor no mercado munndial.
Até meados de 2012 não é esperado qualquer grande negócio. As empresas ainda estão aguardando para ver o impacto real sobre as questões europeias e se a China consegue manter o mesmo nível de crescimento.
Os contratos de serviços em nuvem ainda não decolaram. Muitas empresas estão avaliando esse modelo com promessas de firmar acordos ao longo do ano. CIOS estão fazendo arranjos, mas departamentos de TI demonstram resistência em colocar alguns serviços na nuvem e estão criando modelos para evitar acordos individuais de cloud. As empresas estão descobrindo o valor da TI, especialmente quando se trata de examinar as propostas, implementar, integrar e gerenciar.
Fonte: Computerworld (Espanha)
Em 2011, segundo o instituto de pesquisas, SaaS movimentou globalmente US$ 12 bilhões, sendo o modelo mais procurado. Mas nos próximos cinco anos IaaS sofrerá aumento de 48%.
Essa é a avaliação do analista do Gartner Daryl Plummera. Ele diz que há muitos benefícios potenciais para implantação de serviços em nuvem, incluindo agilidade, redução de custos, complexidade reduzida, foco maior, mais inovação e capacidade de alavancar o conhecimento e as habilidades de pessoas fora da empresa.
Segundo o instituto de pesquisas, a dica para profissionais de TI é realizar uma análise minuciosa, que identifica os benefícios que a empresa espera atingir, até se mudar para a nuvem. Há ainda razões para não tomar o caminho da computação em nuvem. Entre elas, a incapacidade de obter acordos de nível de serviço que deseja, as questões de regulamentação e conformidade, as preocupações com a recuperação de desastres e a percepção de que a nuvem pode acabar não poupando dinheiro.
Plummer afirma que uma análise de custo exato é particularmente complicada, já que o usuário está pesando as despesas de capital versus custos recorrentes. Ele acrescenta que os clientes tendem a subestimar os custos de utilização da nuvem, e a maioria das empresas que pretendem migrar para o modelo, contratam serviços de profissionais para gerenciar processas, o que aumenta as despesas.
Há uma série de riscos potenciais, de acordo com Plummer. Entre eles, o executivo destaca: segurança, transparência e as questões de integração. Ele ensina que se a empresa decidir começar migrando as aplicações para a nuvem, deve fazê-lo inicialmente pelas pontas e depois trabalhar seu caminho para o núcleo. As aplicações mais comuns nesses primeiros passos são e-mail, desenvolvimento, aplicativos de produtividade e servidores web.
Um outro ponto a ter em mente é que as unidades de negócios individuais provavelmente já mudaram para software como serviço (SaaS), sendo assim, Plummer recomenda que os executivos de TI façam esforço concentrado para chegar à frente.
O analista divulga que a movimentação global em 2011 no modelo de nuvem aconteceu principalmente em três categorias. Primeiramente, a de SaaS [software como serviço], com 12 bilhões de dólares, seguido de IaaS [infraestrutura como serviço] com 4,2 bilhões de dólares e PaaS [plataforma como serviço], totalizando 1,4 bilhão de dólares. Mas Gartner prevê que nos próximos cinco anos, IaaS vai crescer em 48%, enquanto PaaS crescerá apenas 13% e SaaS, registrará incremento de 16,3%.
FONTE: COMPUTERWORLD – NetworkWorld (EUA)
No total, 692 municípios já contam com o serviço de internet no modelo proposto pelo Plano Nacional de Banda Larga.
A oferta de conexão internet rápida nos moldes propostos pelo Programa Nacional de Banda Larga (PNBL) chegou, no início de janeiro, a mais 221 cidades brasileiras. No total, 692 municípios já contam com o serviço de internet a preço popular oferecida pelas concessionárias de telefonia fixa (Oi, Telefonica, Algar Telecom e Sercomtel), segundo informações do Ministério das Comunicações. As conexões são de 1Mbps a 35 ao mês (ou 29,90 reias nos estados que abriram mão da cobrança de ICMS).
O MiniCom vem realizando um acompanhamento detalhado das ações que estão em andamento pelas concessionárias, com o objetivo de garantir o cumprimento do programa, afirma o diretor do Departamento de Banda Larga do Ministério das Comunicações, Artur Coimbra.
Além da lista de municípios atendidos, o ministério também solicita às empresas informações referentes à publicidade da oferta em cada município. “Nós precisamos ter evidências de que os termos de compromisso estão sendo cumpridos”, esclarece o diretor. “Outro dado importante é o número de acessos comercializados pelo PNBL em cada cidade”, ressalta. Os dados consolidados deverão ser divulgados pela Anatel em breve.
(*) Com finformações do Ministério das Comunicações.
Profissionais contam como resolveram problemas de virtualização de desktops, redes de comunicação sem fio e desempenho.
São três as estratégias usadas por um grupo profissionais para lidar com os desafios de ambientes de TI, cada vez mais complexos. Ou seja, avaliar o software em relação às vulnerabilidades antes de comprar, mudar de fornecedor e não de expectativas e fazer mudanças de forma frugal.
1- Avaliar o software quanto às suas vulnerabilidades: é a filosofia adotada na Universidade de West Virginia. A instituição pede, cada vez mais, aos fornecedores de software para submeter os seus produtos propostos a um exame de avaliação de vulnerabilidades, antes de comprá-los.
“Faz parte do processo contratual”, explica Alex Jalso, diretor-assistente de segurança da informação na universidade. O responsável utiliza o software IBM AppScan Enterprise como ferramenta de avaliação de vulnerabilidades, de análise e de correção de fragilidades de código.
Jalso diz que o procedimento de análise permite à instituição ter um olhar mais profundo sobre o código. Como é de propriedade intelectual do fornecedor, a universidade compromete-se a trabalhar sob sigilo e não divulgar quaisquer questões que possam surgir.
A organização ainda não convenceu todos os seus fornecedores de software, mas caminha nessa direção. A AppScan também é usada pela universidade para analisar eventuais falhas de segurança em aplicações web desenvolvidas internamente antes de entrarem em produção.
Qual é a importância desse aspecto? Jalso diz que se trata de antecipar a identificação de pontos fracos no software, capazes de se tornarem um caminho de ataque para hackers e malware.
Há uma série de questões jurídicas a considerar, também, como não violar as diretrizes de proteção de dados relacionadas com várias normas (HIPAA, PCI e FerpaA). A universidade considera não ser pedir demais a um fabricante que sujeite o seu software a um teste de vulnerabilidade – e na realidade, nem mesmo fazer isso várias vezes conforme ocorram mudanças na base do código, diz Jalso.
2- Mudar de fornecedor em vez de alterar expectativas: Ross Elliott é gestor da rede para as escolas públicas de Brick Township, em Nova Jersey, um distrito com 12 escolas e 10 mil alunos. O departamento de TI para o distrito escolar oferece acesso à Internet com fio e sem fio para alunos e professores.
Mas a parte mais aberta da rede sem fio mostrou sinais de tensão e congestionamento quando o número de alunos usuários aumentou, no início de 2011. Como efeito colateral, a firewall Astaro e o serviço da Comcast “não funcionavam bem juntos”, explica Elliott. Segundo ele, a configuração de firewall, baseada num “proxy” pode ter sido fator importante.
Contudo, o responsável também estava insatisfeito com o suporte fornecido. O nível de disponibilidade da rede sofria queda e em junho a rede sem fio começou a ter desempenho fraco e “o departamento de TI foi bombardeado com telefonemas”, conta.
O departamento da escola foi capaz de resolver os problemas de rede durante o verão, atualizando a largura de banda e adaptando firewall da SonicWall. E Elliott diz que podem ser necessárias mais mudanças no acesso à rede da escola para suportar os que são realizados por meio de dispositivos móveis.
A Columbia Grammar and Preparatory School, em Nova York, tinha cerca de 450 computadores Macintosh para uso em salas de aula, e não estava feliz com o desempenho dos servidores da Apple, há muito tempo. Por isso, mudou para servidores Windows, obtendo melhores desempenhos no apoio aos computadores Macintosh, de acordo com Adam Gerson, codiretor de tecnologia da escola. Embora seja um fã dos Mac, numa “escola Mac”, não deixou que isso o impedisse de experimentar uma alternativa aos servidores da Apple.
3-Correção rápida: como em muitos sistemas escolares nos Estados Unidos, os professores realizam cada vez mais procedimentos de rotina online em vez de usarem papel. É o caso do grupo de cinco escolas do Belchertown School District, em Massachusetts.
Professores e alunos vão a plataformas online para obter material das aulas ou outro tipo de suporte. O distrito começou a usar uma aplicação chamada PowerSchool, configurada com Cisco UCS a executar desktops virtuais VMware View, ligados a uma plataforma de armazenamento NetApp FAS2020.
Mas de acordo com Scott Karen, diretor de tecnologia para o distrito escolar, haveria indícios de problemas de excessiva latência relativa à configuração das máquinas virtuais, quando muitos estudantes tentavam autenticar-se e usar o sistema ao mesmo tempo. Além disso, quando os professores usavam as plataformas nas salas de aula, em simultâneo, deparavam-se com a lentidão das mesmas, e a ocorrência de erros de arquivo.
A falta de capacidade de “caching” nos velhos sistemas NetApp FAS era um problema, diz Karen. E adotar um sistema da NetApp maior e mais recente não era atraente do ponto de vista orçamental, para o distrito escolar.
No entanto, como participante regular do grupo de usuários locais da VMware, Karen descobriu uma solução mais econômica. Decidiu adotar um sistema de dois nós Avere FXT para optimizar as capacidades de leitura e registo.
Foi rapidamente colocado a funcionar, trouxe a latência para um nível tolerável, e constituiu uma lição sobre virtualização de desktops.
Fonte: Computerworld (EUA)
|
|
Social Links